Mostrar mensagens com a etiqueta pedras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pedras. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

the Moors - 2

A paisagem do Yorkshire varia muito conforme as estações, os castanhos transformam-se em verdes claros ou amarelos dourados, as florinhas campestres cobrem os vales em tons de lilaz, rosa, branco ou amarelo, até as pedras se vestem de novo, adquirindo tonalidades diferentes conforme a luz do céu. Não digo sol, porque ele só brilha de longe em longe, chove bastante e mesmo quando não chove, o céu é ameaçador, as nuvens baixas, arroxeadas e em movimento constante.É uma paisagem lindíssima, em que o olhar se perde e nos faz sentir mais perto do céu.

Fica aqui mais um quadrinho inspirado por essa região.E uma música a condizer.


When in the springtime of the year
When the trees are crowned with leaves
When the ash and oak, and the birch and yew
Are dressed in ribbons fair

When owls call the breathless moon
In the blue veil of the night
The shadows of the trees appear
Amidst the lantern light

We've been rambling all the night
And some time of this day
Now returning back again
We bring a garland gay

Who will go down to those shady groves
And summon the shadows there
And tie a ribbon on those sheltering arms
In the springtime of the year

The songs of birds seem to fill the wood
That when the fiddler plays
All their voices can be heard
Long past their woodland days

And so they linked their hands and danced
Round in circles and in rows
And so the journey of the night descends
When all the shades are gone

"A garland gay we bring you here
And at your door we stand
It is a sprout well budded out
The work of Our Lord's hand"

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A calheta ou prainha

Falei muito dela quando estive a passar férias no Algarve há tres semanas.
Só conhecia a Calheta da Madeira que é muito bonita, cheia de casinhas espalhadas em torno duma baía azul.
Esta calheta já é minha desde os 20 anos e foi lá que passei alguns dos momentos mais felizes da minha vida, como jovem com os amigos e irmãos, sozinha ou acompanhada, sentada ou deitada naquelas rochas,  olhando para o mar límpido até perder de vista...e abraçando o sol quente depois dum banho frio mas regenerador.
É um local mágico   na minha vida, que ainda não pintara...

No início era uma praia pequenina e efémera, tão depressa existia como desaparecia na maré cheia, transformando-se numa piscina de água salgada, que permitia  saltos a sério, que nós não dispensávamos e que nos permitiam minutos de glória. Houve até quem desse o meu nome a uma rocha, de cuja ponta eu me atirava de cabeça nos meus belos tempos.
Noutros anos, estendia-se quase até à ponta da fortaleza, com areia e pé até bem longe, permitindo às crianças brincadeiras sem igual.
O meu neto que já é do seculo XXI, só dizia este ano: Vovo , e se houvesse um tsunami? De que altura é que seria? O Pai disse-lhe:" olha era da altura da fortaleza! " Ele olhou para cima pouco convencido....e ainda bem, os pesadelos só devem acontecer nos livros ou nos jornais, nunca a nós próprios.

A prainha é o meu sonho quando me sinto presa nesta cidade...fecho os olhos e lá estou eu andando por aquelas rochas, procurando caranguejos nas pocinhas, tentando despegar as lapas agarradas às rochas, contemplando a costa que se desdobra em calhetas maiores e mais pequenas, todas elas lindíssimas e cheias de pedras redondas multicolores...

Em tempos tínhamos um barquinho de borracha e eu adorava remar nos dias sem vento rente à costa....tudo isso acabou, já não tenho forças para carregar o barco para a prainha e depois subir para o dito e remar, mas a saudade fica e também fica a certeza de que durante muitos e muitos anos, as crianças e jovens da minha família verão neste espaço aqui retratado, um sinal , uma saudade, um desejo, uma nostalgia e uma certeza inexorável:....as pessoas vão...mas as pedras ficam.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Catedral



Quando comecei a pintar este quadro, que há muito estava na Utopia em standby com umas cores horrendas que tapei completamente com impasto, veio-me a mente as cores azuladas e alaranjadas de Monet; o meu professor tb disse que a pintura lhe lembrava as cores da catedral de Rouen e foi buscar um livro enorme para me inspirar,

É claro que este quadro nada tem a ver com os dele, nada mesmo. A harmonia e a impressão da catedral não existe. No entanto, quando olho para ele, sugere-me algo de religioso ....
Não sei se os apreciadores de abstractos verão outra coisa ou sequer se gostarão deste exemplar.
È muito diferente daquilo que habitualmente faço. Mas tenho de ir tentando outros estilos...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ainda Gedeão - Pedra Filosofal - música de Manuel Freire

Para os que gostam de sonhar, aqui fica o poema genial, a canção transcendental na voz inesquecível de Manuel Freire, fotos lindissimas - versão de Crissyblueeyes, youtube.

PEDRA FILOSOFAL






E que o SONHO continue....

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Tempo de calor...e arte



Em Boston estavam 35º e é comum haver dias muito abafados, tipo trovoada.

Em frente ao Science Center em Harvard, puseram uma fonte que é esteticamente das coisas mais lindas que tenho visto no género. Quando o sol dá na água formam-se arcos iris pequeninos e as pedras tomam cores espectaculares.

Esta foto poderia ser uma pintura. Se clicarem nela vêem como irradia frescura.