Mostrar mensagens com a etiqueta máquina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta máquina. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de agosto de 2011

Fotografia

É uma paixão.
Mais do que a pintura. Nunca me canso de tirar fotografias, de ver o ângulo, de preparar o disparo, prever o que irá sair. Com máquinas digitais, o gosto torna-se quase um vício. Gostava de ter uma óptima máquina e de saber mais, porque o que vejo no Woophy Club do Facebook, ao qual pertenço, deixa-me boquiaberta, espantada como é possível conseguir-se tal perfeição.
O meu amigo Javier que é argentino, e de quem já falei aqui, dedicou-me hoje uma foto de um par de bailarinos de Tango. A foto é extraordinária, até parece que se vê o movimento dos corpos sob a magia da música. Infelizmente não dá para gravar e colocar aqui.
Uns primos meus que estiveram no Peru também expôem lá fotografias do outro mundo, que nos dão vontade de viajar para terras exóticas de máquina a tiracolo.
Quando vou ao Botânico há sempre ocasião de fotografar algo de especial. Já tenho umas dez fotos de nenúfares, todas elas belissimas, na minha opinião, nem sei o que as faz assim...é a flor, é a luz, são os reflexos, tudo contribui para que saiam fotos mais conseguidas do que banais.
Não sou especialista em retratos, mas já tirei algumas aos meus netos e à minha filha que são diferentes das convencionais.

O Vivacidade desafiou-me a fazer uma exposição de fotografia. Ainda não aceitei, nem sei se quero fazê-la, mas fiquei "com a pulga atras da orelha" e ansiosa por realizar algo diferente.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Macros - essas maravilhas fotográficas



Quem gosta de fotografia ambiciona sempre conseguir a máxima perfeição, a máxima nitidez na reprodução da realidade, mesmo a duas dimensões. No início, os produtores de máquina fotográficas digitais tinham grandes dificuldades em igualar as máquinas tradicionais e em proporcionar aos fotógrafos profissionais condições semelhantes para conseguir cópias fiéis do alvo.
Ainda me lembro de um fotógrafo que trabalhava comigo na Porto Editora afirmar que nunca se conseguiria atingir a perfeição em fotografias tiradas com máquinas digitais. Um amigo meu também me pediu a minha Canon antiga quando foi em lua-de-mel, pois não confiava na digital que possuía.
Entretanto anos passaram e não há ninguém que não use o digital, agora com a possibilidade de usar teleobjectivas gigantescas que possibilitam fotografias com milhares de pixeis e uma nitidez absoluta. E depois ainda há o photoshop que ajuda a conseguir o corte, a regulação da cor, sombras, calor, etc, para além de aplicar efeitos nunca antes vistos.

Quando comprei a minha Leica D-Lux, a conselho do meu amigo Miguel, que é perito em fotografia, disseram-me que era o melhor que se fazia em máquinas digitais compactas. Comprei-a numa lojinha escondida perto do Harvard Square em Boston. Foi difícil encontrar uma loja que vendesse Leicas e segundo o vendedor esta era a última que tinha. Fiquei entusiasmada com a ideia de ter uma Leica, o meu Pai tinha tido uma e as fotografias eram do outro mundo. Essa máquina ficou para o meu irmão que já não a usa, escusado será dizer.

Confesso que uso a Leica sem grande estudo das instruções, com o automático ou em modos diferentes conforme seja noite, dia, contra-luz, praia, neve, etc. Tudo isso está especificado e pode regular-se no ecran. Raramente usei o dispositivo macro, ou seja, fotografia o mais próximo possível, close-ups.
Ontem fiz o download das instruções da Leica e estive a estudar como é que se deve tirar fotos em close-up. E hoje fui para o Botânico experimentar. Não sei o que dirão os especialistas, mas acho que as fotos ficaram muito fiéis ao original. Acho que até gosto ainda mais de flores ao ver estes specimens. Por favor cliquem na colagem para as ver bem.

O jardim estava cheio de estudantes e de sol. Desta vez não ouvi música limitei-me a passear como todos os mortais. Nem sequer ouvi os passarinhos, tal era a minha concentração na fotografia.

Cá estão elas...espero que gostem! Fiz uma colagem para poder incluir todas as fotos, mas cada uma é especial.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Há horas felizes

Encontraram a minha LEICA!! Iuuuupppi!




Estava na loja em Valongo, tinha ficado em cima do balcão quando andei a ver onde se poriam os quadros e depois esquecei-me de a meter na carteira. Infelizmente, não me telefonaram a dizer que ela lá tinha ficado. Poupavam-me horas de ansiedade....telefonemas para as centrais, etc. Desculpo tudo porque montar uma loja dá muito trabalho e compreendo que não houvesse tempo para pensar em mais nada. Estou feliz, na próxima semana vou a Valongo buscá-la, olá se vou.

Nem quero acreditar...estava de rastos embora dissesse para comigo: não é o fim do mundo....pois não, mas sem Leica, a minha vida não era a mesma coisa :))))

Vai aqui mais uma foto para festejar....uma papolia singela, parece irreal de tão simples.