Mostrar mensagens com a etiqueta pedaços. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pedaços. Mostrar todas as mensagens

domingo, 3 de julho de 2011

Ainda as colagens de fotos

Outra experiência interessante é a colagem por justaposição. Os efeitos que se conseguem são incríveis, criativos, para não lhes chamar obras de arte. Se quiséssemos pintar rosas ou iris, não conseguiríamos dar-lhes este glamour.

A rosa é uma flor perfeita, cada pedacinho é uma joia aveludada, cheirosa, cheia de cor e vida. Quem é que não gosta de rosas? E se as há de todas as cores, como não gostar delas?



E aqui fica uma das canções que mais me fez e faz vibrar na voz de Richard Anthony: Aranjuez , mon Amour, uma adaptação do concerto de Joaquin Rodrigo, que o tornou ainda mais popular nos anos 60. Ouvi-o cantar no Tivoli em Lisboa e a audiência chorou.

As fotos minimalistas

No Facebook, há fotógrafos que se consideram minimalistas e cortam as fotos de tal modo que conseguem efeitos fantásticos.
Ando com vontade de tentar essa via que é quase inesgotável... e hoje experimentei fazer duas colagens, uma com pedaços de fotos do jardim botânico, outra com peças de automóveis, que tirei aqui na rua.
As fotos originais são dez ou vinte vezes maiores do que o pedacinho que aqui se vê, mas não têm por vezes o mesmo encanto.



David Hockney, pintor inglês, de que já falei aqui fazia murais enormes com cortes de fotografias ou das suas pinturas. Gosto muito desta sobre Paris.