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sexta-feira, 30 de março de 2012

Lambchop

O nome não deve dizer nada a muita gente. Sobretudo a quem não ouve música alternativa, aquela que não é pop, nem country, nem soul, nem R&B, nem folk , nem rotulada e por isso não comercial.
Há música fantástica neste campo e desde há muito que me habituei a ouvi-la, sem me cansar, passando por fases em que oiço algumas bandas como os Tindersticks,
os Divine Comedy
ou os Magnetic Fields até à exaustão, outras em que não oiço nada de nada e me volto para os cantores eternos como Nick Cave ou Leonard Cohen ou ainda Andrew Bird.

Poderia enumerar mais de dez bandas que tenho gravadas aqui no I'Tunes e que também " pertencem" ao meu filho mais novo, que me aconselhou sempre bem neste capítulo, visto que é grande conhecedor do género.
Saiu agora um CD desta banda Lambchop, americanos do Tennessee, que me lembro de ouvir na praia de Ofir, no meu discman, ao passear à volta da língua de areia que forma aquela maravilhosa oferta natural.
Foram duas horas a ouvir Lambchop, os seus primeiros discos, com acompanhamento quase jazzístico e a voz inconfundível do vocalista Kurt Wagner.

Lambchop has consisted of a large and fluid collective of musicians focused around its creative centre, frontman Kurt Wagner. Initially indebted to traditional country, the music has subsequently moved through a range of influences including post-rock, soul and lounge music.

O novo album Mr M
é excelente , na minha humilde opinião. Deixo aqui um vídeo só de instrumental, que deve ter sido inspirado na música brasileira e outro cantado que se entranha em nós.



quinta-feira, 8 de abril de 2010

Tokio Hotel




Pergunto-me a mim própria o que faz com que uma banda destas - puro metal sem qualquer carisma - leve milhares de jovens - na sua maioria raparigas - a acamparem durante dias às portas do Pavilhão Atlàntico, sem ir a casa, revezando-se ara ir buscar comida, com os pais a darem apoio (?), de noite, gritinhos histéricos, filas de criaturas aparentemente normais, telemóveis a faiscar, pois é preciso gravar tudo, isqueiros e sobretudo, uma gritaria selvagem no meio dos acordes e gestos obscenos das figuras estapafúrdias em cima do palco.

Lembro-me de concertos em Lx em que se partiam cadeiras - o Johnny Halliday, por exemplo - no Tivoli, mas nunca de acamparmos dias e dias a espera de entrar na sala....até porque os nossos pais nunca alinhariam nisso.