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domingo, 3 de julho de 2011

No reino cor de rosa



Hoje vivi um dia feliz.....daqueles que só de vez em quando nos são dados, como se fosse proibido sermos demasiado mimados.
Passei-o com os dois filhos "pródigos", que fizeram a sua vida normal mas estavam cá at home.
No final da tarde, uma vozinha pelo tm perguntava com ansiedade se os dois (netos) podiam vir cá até ao jantar. Claro que sim, os meus dois rapazinhos são sempre benvindos, cada vez gosto mais de estar com eles assim, sem ter de fazer grande esforço, sair de casa, apanhar calor, etc.
Por fim, fui jantar à Máscara, restaurante que serve fondue e que fica na Foz. É um ambiente quente, frente ao mar, vê-se o pôr do sol nos meses de verão. E come-se bem....

Durante a tarde, vi sozinha um filme italiano muito belo em DVD: O Quarto do Filho. Apreciei ainda mais o estar em família, gozar os meus filhos e netos enquanto posso, não perder pitada das benesses que me são dadas.

Acabei um quadro que tinha feito ontem, mas não estava a meu gosto. Acho que tem tudo a ver com esta felicidade momentânea. La vita é bella!

domingo, 13 de março de 2011

Exposição de Camélias- Biblioteca Almeida Garrett- Palácio de Cristal - Porto

Hoje fui ver a Exposição. Fui com o meu ex- depois dum almoço a três numa churrascaria da Rua da Saudade. Estava a chover e não tinha chapéu de chuva, de modo que a boleia soube-me bem:)

Não há muito a dizer da expo, era mesmo só para ver...as fotografias tiradas no local expressam bem a beleza duma amostra destas.
Junto um poema descoberto no blogue Poesia e Paixão e um vídeo ao vivo dum concerto no Royal Albert Hall, em Londres, com a mais célebre ária da ópera "A Dama das Camélias" - Traviata - de Verdi
Brindo como os cantores à Beleza, às Flores e ao Amor!



Quem é essa mulher que passa,

Qual ramalhete de flores vermelhas e aveludadas

Em laçarotes negros de cetim

E a fragrância de sua inebriante existência

Me prende por instantes os sentidos...


Que guerreira é essa,

Que o tempo não lhe rouba o arco,

Não empresta vigor, não vende coragem,

Não barganha contra si própria

A determinação de amar e ser amada,

Como "Carmem", sem temor, nem pudor...

...


Que canção é essa composta

À luz da liberdade de estrelas,

Que faz da força do sol sua melodia

E da beleza da lua, sua harmonia...


Ouço um coro de fadas que,

Neste caminho de celebração à vida,

Espargem pétalas de flores vermelhas e aveludadas

E num rompante festivo e majestoso

As vozes celebram:


"Esta é a Camélia Vermelha,

De todas as fadas,

De todas as flores,

De todas as damas!"

Eloise Barreira

Saí da exposição com os olhos cheios de cor e de luz, mas o cenário mais belo estava cá fora, à chuva, à minha espera....

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Uma pintura feminina

Ontem enveredei pelos rosas e lilazes.

Lembrei-me da minha Avó, a quem essas cores ficavam maravilhosamente, não só pela sua aparência física, como pela sua maneira de ser paciente, bela, doce, sempre sorridente e amistosa. Dedico-lhe esta pintura e a música que a acompanha.