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terça-feira, 13 de março de 2012

Três quadros abstractos

Fi-los nestes dias.

Gosto da variedade de cores, das nuances e formas...dá para imaginar tudo ao olhar para eles.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Antoni Tàpies

O pintor espanhol Antoni Tàpies faleceu nesta segunda-feira aos 88 anos, noticiou a Efe que cita fontes do Ayuntamiento de Barcelona, cidade onde nasceu. Antoni Tàpies
O pintor catalão, nascido em Barcelona em 1923 numa família burguesa, defensora dos costumes e cultura da Catalunha, recebeu no ano passado da casa Real, o título de marquês de Tàpies, pelo seu contributo para as artes plásticas.
Em 1990 recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias e abriu as portas da sua Fundação, em Barcelona, onde expunha grande parte da evolução da sua obra, uma referência pictórica do século XX.
Em 1992 o Ayuntamiento de Barcelona (Câmara Municipal) concedeu-lhe a a medalha de ouro da cidade.
A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e a Fundação de Serralves, no Porto, fizeram retrospectivas da sua obra e, em 2010, estiveram patentes exposições suas, em Évora e na Régua.

Não conheço bem a obra deste pintor, embora tenha consultado livros nos ateliers onde andei. Não é o tipo de abstractos que mais aprecio, não me atraem muito as cores, nem as formas. É , no entanto, um pintor muito conhecido e por isso presto-lhe homenagem aqui no blogue.

sábado, 14 de agosto de 2010

Quem é artista



tem sempre obra para mostrar.

É o caso da Teresa Silva Vieira, que já tem mais expos no currículo do que muitos pintores portugueses de nomeada. Aqui no Porto, já expôs em muitos locais e de momento, podemos ver seus quadros na UTOPIA, onde enchem as paredes de cor e criatividade.

Ficam aqui algumas fotos que tirei na 4ª feira:




Que continue a inspirar-nos!

terça-feira, 13 de julho de 2010

EXPOSIÇÂO : CLAUDE MONET ET l'ABSTRACTION- Paris





Uma exposição diferente sobre Monet, que me faria ir a Paris, se pudesse. Trata-se de 47 telas em que a influência de Monet noutros pintores célebres é notória, mormente na pintura abstracta. Deve ser fabulosa.

Transcrevo a apresentação em francês porque penso ser acessívela muitos leitores deste blogue.


L'exposition présente 47 toiles qui montre l'influence de
Monet sur l'évolution de la peinture abstraite de la seconde moitié du XXe siècle. Toutes
sont révélatrices du rôle capital qu'a exercé le peintre, en particulier sur la jeune
génération de l'abstraction américaine et européenne. Des chefs-d'oeuvre de Pollock,
Rothko, Sam Francis, Richter, de Staël, Kandinsky ou encore Zao Wou-Ki sont exposés.



Musée Marmottan Claude Monet


2, rue Louis-Boilly 75016 Paris


FIGARO 13/07/2010

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Herbert Brandl





O meu novo professor falou-me há dias neste nome e apressei-me a ir à net verificar o que havia sobre o pintor austríaco.
Como me parece fascinante o seu trabalho - que infelizmente só consigo ver na net - resolvi colocar aqui esta entrada para quem gosta de abstractos e cores difusas.

Pintor, gravador e arquiteto, Herbert Brandl nasceu em Graz, na Áustria, em 1959 e começou a estudar na Academia de Artes Decorativas e Aplicadas sob Tasquil Herbert e Peter Weibel, em 1978. Em 1980, quando ainda desconhecido, realizou a sua primeira exposição individual em 1984 na Neue Galerie am Landesmuseum Joanneum ', em Graz. Embora ainda jovem, Brandl produziu pinturas a óleo em grandes formatos, geralmente como dípticos e trípticos. Paisagens abstratas de Herbert Brandl, naturezas mortas e mais tarde seus nus femininos são notáveis por uma movimentação dinâmica pastose de tinta. Herbert Brandl tem continuado a trabalhar para fora um componente de análise no seu trabalho acompanhado por um alto grau de emoção enquanto se mantém preocupado com as questões fundamentais relacionadas com a pintura. Desde o final da década de 1990 o cenário alpino tem ocupado um lugar fundamental na obra de Brandl. Nas suas pinturas, o motivo da montanha é uma ilusão de óptica entre a abstracção ea figuração, entre o explosivo pictórico espaços de cor ea ilusão de um espetáculo natural. Herbert Brandl produz obras a partir de fotografias e isto deu origem a uma discussão sobre a realidade dos meios. Entre 1985 e 1991, Herbert Brandl, foi professor convidado na Academia de VIENNA decorativas e artes aplicadas. Desde o início de sua carreira, Brandl foi sempre um homem de inúmeros espectáculos e tem participado em exposições de renome internacional, incluindo a IX Documenta de Kassel (1992), a mostra organizada pelo Kunsthalle Wien, intitulada "zerbrochene Der Spiegel. Positionen zur Malerei '(1993) e "Pintura em Movimento" na Kunsthalle de Basileia (2002). Herbert Brandl vive e trabalha em Viena.

( tradução do inglês) Ver: http://www.herbertbrandl.com/



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Abstractos decorativos




Ontem iniciei uma nova aprendizagem no atelier, a partir de pinturas decorativas que estão à venda na Internet. Gostei tanto delas que pedi ao meu professor que me ensinasse a fazer algo parecido.
Ainda não tenho aqui a minha versão, mas coloquei a original para verem como é bela.

Para fazer algo parecido, pinta-se a tela com três camadas em tons degradés de acrílico - escuros e claros ( no meu caso, foram ocre, amarelo sienna, beige e branco) de modo a ter a tela toda coberta de tinta em tons dégradés. Deixa-se secar bem. Depois arranjam-se uns frasquinhos pequenos - tipo iogurte - em que se mistura uma porção de tinta só duma das cores + água. Tem de ficar um líquido tipo xarope grosso. Verte-se esta tinta sobre a tela em posição horizontal e com uma caneta sem interior - ou uma palhinha - sopra-se na poça de tinta de modo a que ela se espalhe , tipo borrifo, nas mais diversas direcções. Faz- se depois o mesmo com tinta ocre,amarela / beige / verde claro e branca, mexendo na tela para cima e para baixo com leveza, para que haja uma leve mistura de tintas, sem nunca sobrepôr uma e outras. Com um pincel tipo espanador , dão-se retoques futuristas.
Depois pára-se para não estragar os efeitos, que se vão modificando. Formam-se desenhos peculiares, com rios fininhos de várias cores. Leva bastante tempo a secar, tem de se deixar pelo menos dois dias para poder pendurar. O meu ainda está a secar.

Vou fazer três, com fundos e cores diferentes, mas harmónicas, para pôr na minha sala em cima do sofá que é muito grande e forma um ângulo. Vai ficar bonito., espero.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Abstractos

Não sou muito dada a pintar quadros abstractos, embora adore vê-los nos museus e nas salas grandes, onde o quadro vale muito mais do que o resto. O que avalio no abstracto, mais do que a sugestão de figuras ou objectos, é o impacto da cor em mim, a coerência dos traços, a impressão que me deixa na mente. Acho que nem todos os abstractos são bons, muitos poderiam ser feitos por crianças e outros pretendem ser Arte, sem terem grande valor.
Num livro que mandei vir pela Amazon e que podem ver ao lado, li esta frase que ponho aqui à reflexão a acompanhar um quadro a pastel sobre papel, que fiz nestas férias.

"DARE TO PAINT ABSTRACTS, AND A WHOLE WORLD OPENS UP IN FRONT OF YOU."

Trad: Ousa pintar abstractos e o mundo inteiro abre-se diante dos teus olhos.

Será que ao pintar abstractos, se consegue exprimir mais do que se apenas pintarmos o figurativo e palpável? Então os pintores antigos e os modernos como a Paula Rego ( de que não gosto especialmente) não exprimem tanto como os cubistas ou expressionistas?

Gostava que me deixassem a vossa opinião em comentário. Please!