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terça-feira, 13 de março de 2012

Três quadros abstractos

Fi-los nestes dias.

Gosto da variedade de cores, das nuances e formas...dá para imaginar tudo ao olhar para eles.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Ursula Abrecht

Trata-se de uma fotógrafa suiça que descobri num site maravilhoso que se chama 1x.com e que contém as fotografias mais espantosas que jamais vi. Não é um site como Woophy ou
Olhares ou Flickr, as fotografias são escolhidas a dedo e só as melhores são expostas aos olhos de todos os que amam esta modalidade.

Pouco sabemos da sua biografia,excepto que tem a sua homepage em:

http://www.ursulasphotos.com

e que organiza workshops em várias partes do mundo como na Patagónia, Chile ou Argentina. Todos os ano escolhe lugares diferentes para fotografar e essas fotos estão expostas noutro site:

http://anotherworldphotography.com/workshops/itinerary/patagonia

As fotos de Ursula parecem pinturas, muitas são abstractas, coloridas, com formas harmoniosas e sugestivas.


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Fuga aos tons pálidos

Hoje sentei-me à mesa no atelier diante da tela branca de neve e cobri-a toda dum tom verde clarinho que gosto muito. Dele já não resta nada ...cobri-a aos poucos de roxos laranjas, amarelos em tons fortes e quentes - devia estar com frio - uma floresta abstracta mirando-se num lago meio fantasmagórico...foi o que saiu.

Se gosto dela? Está um pouco expressionista para meu gosto, mas é pequenina e vou guardá-la assim...




Sujeito-me às críticas. Gosto delas.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Três quadrinhos

Gosto muito de pintar quadros pequeninos, que se relacionem uns com os outros, embora muitas vezes acabe por oferecê-los separadamente.

Estes foram feitos ontem e hoje. São harmoniosos. Sao abstractos, mas dizem -me algo.




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mais pintura

Ontem e hoje tenho andado bastante nervosa e deu-me para pintar.

Já tinha a tela que é grossa, quase com 5 cm de espessura. Resolvi aplicar-lhe gel com pequenos vidrinhos, que dão uma textura interessante a par de impasto grosso.

As cores foram as mais diversas, desde o azul prussiano até ao ocre, amarelo, branco, verde, laranja. Pintei com pincel, espátula e com os dedos, que é talvez o que gosto mais:). A fotografia ão ficou muito fiel. Na minha opinião, o quadro é bem mais expressivo com a textura em 3D.




Não etiqueto este quadro...tanto me parece o fundo do mar, como uma floresta, é abstracto...

sábado, 24 de setembro de 2011

New Color Photo of the Day

Não me canso de elogiar estas páginas do Facebook dedicadas à fotografia e aconselho vivamente a todos os que gostam de fotografar artisticamente e depois verem as suas fotos publicadas e apreciadas.
Este site é para todos. Pode-se upload uma foto todos os dias, obedecendo às cores que eles determinaram. A partir da meia noite, que varia de país para país, vão se enviando fotos, que formam um conjunto fantástico todos nos mesmos tons - preto e branco, amarelo, vermelho ou laranja, azul ou violeta, verde, todas as cores, multicolor.

Doi dias depois, escolhem vinte finalistas e finalmente as cinco melhores. As fotos são sensacionais, só uma vez fiquei nas finalistas e nunca ganhei. Mas todos os dias coloco lá a minha foto. O que gosto mais é de ver as colagens, um mosaico de tons harmoniosos que nos fazem ter cada vez mais vontade de fotografar.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

No reino dos azuis

Enquanto a minha filha cozinhava uma bela pasta de atum no WOK, sentei-me a fazer-lhe companhia e descobri uma telazinha, que em tempos tinha enchido de pastel de óleo só para experimentar o efeito. Ficou muito mal, o pastel não adere à tela e não faz efeito nenhum. Resolvi cobri-lo todo com acrilico duma cor azul esverdeada que comprei ontem e que é deslumbrante. Com branco comecei a desenhar formas sem muito nexo, nem intenção. Fiquei com um fundo que me lembrava o luar, um lago, algo de etéreo, mas faltava um foco central. Usei então a minha cor preferida - aquela que mais uso nas minhas pinturas, creio - o azul prussiano, para delinear uma árvore que atravessou o espaço, em poucas pinceladas. Fi-la com uma espátula, que acumula mais tinta e a espalha dum modo mais agressivo. Gostei do efeito. Aperfeiçoei o fundo, dando-lhe mais profundidade, e sobretudo , mais mistério.



Quando acabei, a pasta estava pronta e deliciosa. Foi a cereja no topo do bolo.

Lembrei-me agora duma canção que a minha filha colocou hoje no Facebook e que é cantada por uma das cantoras mais puras que conheço. Chama-se Loreena McKennitt. É canadiana e as as músicas são semore acompanhadas de instrumental exótico e harpa tocada pela própria, o que realça ainda mais a pureza da sua voz. A canção chama-se Greensleeves, é uma melodia tradicional de amor.

sábado, 9 de julho de 2011

Mar imenso



Hoje viajei até à costa, na minha imaginação, passei umas boas horas à beira mar.

E que bom poder mexer na areia, tocar na água, retocar a espuma, alisar os seixos....pintar pode mesmo ser um prazer físico para lá do estético.

O quadro é grande, tem 80x 40, dá uma ideia de imensidão, necessária para o que eu queria fazer. Ter o mar na minha parede é quase como o pão na minha cozinha...preciso dele.

Vou pô-lo no meu quarto.

E ouvirei esta música...para me embalar....

quinta-feira, 7 de julho de 2011

No reino da fantasia

Hoje ao vir do Cidade do Porto, passei pela loja de artigos de arte e trouxe novas bisnagas, pinceis e uma tela quadrada. sentia-me com vontade de pintar...não sei porquê, queria experimentar outro estilo, tentar outras cores, métodos...
Não sou pessoa para fazer o mesmo quadro muitas vezes, embora já tenha repetido o tema do mar e das árvores muitas vezes. Quanto a abstractos, são todos diferentes, mesmo quando as técnicas usadas são iguais.

Hoje usei os meus dedos em vez dos pinceis, como as criança fazem na escola. Fi-lo eapontaneamente , molhando as pontas e tirando a tinta directamente das bisnagas. Gostei do efeito e fui completando até ter um quadro que me diz alguma coisa.
Enviei uma foto a um amigo meu inglês e ele não acreditou que só tivesse usado os meus dedos. Mas é verdade!

Ainda não lhe pus verniz nenhum, talvez o deixe assim mate.

E porque gosto muito deste poema de Sophia Mello Breyner, transcrevo-o aqui a acompanhar o quadro, que, provavelmente, nada tem a haver com ele.

Bebido o luar, ébrios de horizontes,
Julgamos que viver era abraçar
O rumor dos pinhais, o azul dos montes
E todos os jardins verdes do mar.

Mas solitários somos e passamos,
Não são nossos os frutos nem as flores,
O céu e o mar apagam-se exteriores
E tornam-se os fantasmas que sonhamos.

Por que jardins que nós não colheremos,
Límpidos nas auroras a nascer,
Por que o céu e o mar se não seremos
Nunca os deuses capazes de os viver.


Chamei-lhe No Reino da Fantasia.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Voltei a pintar



Hoje voltei a pintar...já não o fazia há mais de um mês, não me tem apetecido...e não andava inspirada. Sentia a falta de trabalho manual e até pensei em passar roupa a ferro, tenho algumas peças que necessitam desesperadamente de carinho, mas o cesto não exerceu nenhum apelo em mim e decidi pegar numa tela pequena, quadrada, com apenas 20cm. Usei 5 cores diferentes e tentei que a paisagem sugerisse a calheta, a estrada onde vivo na praia da Luz e donde se avista o mar profundo, azul, verde, com rochas incrustradas, como se pode ver no curto video que fiz lá.

Este quadro vai ser oferecido ao meu irmão mais novo,ele aprecia o local e a pintura.
Fica aqui uma foto do quadro...e o video.

domingo, 1 de maio de 2011

DIA DA MÃE

Fiz este abstracto nestes dias. São tons aparentemente antagónicos em conjugação. O efeito é diferente. O material é MDF.

Fica aqui para comemorar o DIA - não são eles todos os dias?? - DA MÃE!






Um bom Domingo DIA DO TRABALHADOR...sem trabalho:)))

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tsuruko Yamazaki

Ontem à tarde, quando tomávamos uma refeição leve com amigos dos meus filhos, depois da exposição, falou-se de um pintora japonêsa d'avant-garde, que usa técnicas muito díspares nas suas obras obtendo efeitos maravilhosos.
Eis um texto da net em inglês que nos apresenta a famosa pintora quase desconhecida na Europa.
Tsuruko Yamazaki(b.1925, Ashiya, Japan), who was a member of the Japanese avant-garde movement called the ‘Gutai movement’ from 1954 to 1972, mostly produces expressionist and avant-garde works. In Yamazaki’s works, light, colors, forms, materials and subject matter work as one life and show a world that is repeated in unlimited, mutual chains. Influenced by the Gutai movement, each life in her works makes one element that constitutes the whole, and one life is connected to another life. At the same time, one life sometimes disappears from the whole or dominates the whole. Such dynamic expressions of the artist gain their meaning in that they have interest in every existence and new possibility that does not fall behind the times. The image, which is made in a situation that is connected infinitely to the chains of each element, suggests images of an unfamiliar world to the audience. The artist creates live colors by mixing several shades of colors and unexpected shadows on metal materials, and makes the audience feel the oppressive force that comes from the strength of each medium.

As cores são magníficas e a leveza com que a tinta surge aplicada nos quadros surpreende-me.

terça-feira, 29 de março de 2011

Ultima criação




Não tenho pintado muito ultimamente. Tenho estado mais ocupada a preparar os quadros que vão estar patentes ao publico no Vivacidade.. Nó sábado já vão ser colocados nas paredes.

Este fim de semana, porém, apeteceu-me fazer algo de concreto . Tinha comprado duas placas de mDF, madeira grossa e resolvi experimentar um novo estilo, este abstracto mesmo. Quem quiser vê o que lá está :).

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Em tons castanhos

Hoje fiz este quadro já para o fim da tarde. Já tinha um nesta tela, mas não gostava dela. Puz bastante impasto e textura e usei cores quentes - excepto o verde, que se confunde com o amarelo -. Há uma sugestão de árvore, ainda que pálida. Foi feito em MDF - madeira - fino. É o material em que mais gosto de pintar, parece que as cores ficam mais brilhantes e a água não é absorvida pelo fundo.

Vai aqui um poema de Pablo Neruda que me parece identificar-se com este abstracto sem legendas.

“Eu pertenço à fecundidade
e crescerei enquanto crescem as vidas:
sou jovem com a juventude da água,
sou lento com a lentidão do tempo,
sou puro com a pureza do ar,
escuro com o vinho da noite
e só estarei imóvel quando seja
tão mineral que não veja nem escute,
nem participe do que nasce e cresce.

Quando escolhi a selva
para aprender a ser,
folha por folha,
estendi as minhas lições
e aprendi a ser raiz, barro profundo,
terra calada, noite cristalina,
e pouco a pouco mais, toda a selva.”

(NERUDA, Pablo. O Caçador de raízes. Antologia Poética, José Olympio, 1994, p. 232.)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Paleta de cores


Hoje acabei um quadro que estava em stand-by há uns dias. Tem um não sei quê de abstracto, embora seja mais figurativo...neste momento as florestas têm todas as cores possíveis e foi isso que tentei transmitir.


EM NOVEMBRO

Nostálgico este dia,
Neste mês tão peculiar como é Novembro.
Tudo se clarifica e refina;
As árvores despem-se de vez numa ousadia que desengana as cores-frias-de-amarelo-fogo que revestem o Outono.
Em Novembro,
A estação atinge a sua plenitude.
A chuva perde a sua timidez;
O frio engalanado lidera manhãs, tarde e noites;
E o amigo vento alia-se de bom grado, para juntos trazerem o mau tempo em pessoa.
Novembro,
É o mês que proporciona a autenticidade do que na Natureza é per si genuíno.
As noites de Novembro tornam especiais os primeiros serões à lareira e exultam o estado de reflexão.
É altura de nos rendermos e procurarmos "aquele" cachecol tão quentinho que relembra o sabor único das castanhas assadas...
Em Novembro,
O nevoeiro matinal envolve de mistério a aurora, e o Sol seu prisioneiro, tenta em vão brilhar.
Em Novembro,
A nostalgia preenche os dias e abraça as noites de uma forma única e especial...



Fly - in Luso-poemas

sábado, 30 de outubro de 2010

Blue trees


Quando somos crianças aprendemos a pintar a paisagem das cores mais tradicionais, os campos são verdes, os montes castanhos, o céu azul com nuvens brancas, o sol amarelo, a lua branca ou azulada, o mar azul-verde, a areia amarela, as flores vermelhas, laranjas ou rosas, os caules verde claro, as casas brancas com telhados vermelhos e portas castanhas.

É assim que muitos professores e adultos conduzem os miudos a um mundo policromático, mas limitado e formal.

Quando era professora de inglês divertia-me a usar fotocópias de quadros modernos, em que as cores eram arbitrárias - David Hockney, por exemplo, tem quadros com cores "inventadas" e Matisse usa muitas cores diferentes para pintar pessoas. Os alunos tinham de sugerir as cores dos elementos do quadro e no fim viam o verdadeiro em transparência. O efeito e a motivação, para além do interesse cultural da actividade são óbvios. Falavam em inglês durante a aula toda.

Hoje fiz um quadro que nada tem de tradicional nas cores que escolhi. Mais uma vez escolhi o tema árvores...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O "meu" primeiro Óleo



Estarão a perguntar porque é que a palavra meu está entre aspas. É fácil de adivinhar, não fiz este quadro sozinha, houve aqui uma grande ajuda do professor Domingos, que se sentou a frente do cavalete e pintou o que a tela lhe sugeria...tornou-a algo definido, uma paisagem agreste, que me faz lembrar o livro "O Monte dos Vendavais", as terras do Yorkshire onde viveram as irmãs Bronté.

Este é o primeiro quadro a óleo produzido em parte por mim e estou muito feliz pois acho o material fascinante. A mistura das cores é muito diferente do acrílico e como não seca facilmente, pode-se moldar essas cores como queremos.

Obrigada Professor!

O outono aqui tão perto



Pois é, já acabou o verão, este ano, com muito calor sobretudo lá para o interior e sul, que aqui no Porto nunca se sufoca e há sempre a brisa maritima refrescante que nos é oferecida pela nossa localização privilegiada. Chove mais? Dizem que sim, mas esta chuva é benfaseja, os verdes não são castanhos, os rios são caudalosos, há cascatas no Gerês, há cambiantes de luz no céu, o azul não é todo uniforme como as vezes em Lisboa, a ferir os olhos.
Segundo o meu amigo Pedro Freire, a cidade é iluminada pelo reflexo do sol nas pedras graníticas das construções antigas e possui um encanto diferente mais romantico e menos banal.


Em Portugal o Outono começa no calendário antes de se notar na natureza. As árvores da minha rua estão bem verdes ainda e só lá para fins de Novembro, estaremos envolvidos em sinfonias de castanhos, vermelhos e amarelos dourado.
O Jardim Botanico esta semi fechado, andam a preparar uma exposição e a restaurar a casa Andersen, já não era sem tempo. Não tenho ido lá, a ideia de ver máquinas e gruas não é bem aquela que mais aprecio...:)

Hoje vou continuar com a minha experiência de óleo. Só tive uma aula, mas achei interessante pintar com um material que não seca, tem cheiro e cores brilhantes. Vamos a ver se consigo fazer alguma coisa com tantas cores.

Um poema outonal feito numa escola e pinturas, que já ofereci aos meus familiares.

Que o Outono seja belo este ano para todos vós! Calmo e relaxante, sem grande sobressaltos. Para mim vai ser diferente...


AGUARELA DE OUTONO


Âmbar, dourado

E fulvo também!

Matiz de castanho

Lá vem o Outono

Que encanto tamanho...



Na brisa do ar

As folhas ao vento

Quais estrelas cadentes

Aguarela e desejo

São carícias de beijo

No rosto do chão

São húmus, são seiva

Da Mãe Natureza

Em renovação!...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Hoje pintei



(clicar)


Inspirada pelas paisagens maravilhosas que vi do comboio em Inglaterra, apeteceu-me pintar mais uma paisagem. Fi-lo ao som de Bach, que tocava em alto som na minha sala, ao lado da cozinha, onde pinto. Deixo-vos com essa maravilhosa peça.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VIAGEM ATRAVÉS DA MEMÓRIA



Invisível fio vai urdindo, com pontos variados.
Há pontos singelos, há pontos cruzados,
há pontos de areia, sem rios, nem mar,
há memórias soltas para entrelaçar,
Assim é tecida a malha da vida

(Regina Gouveia)

Sem memória, o passado fica morto e enterrado. Muito pior ainda: esquecido. E que será do futuro se perdermos a memória?


Amanhã no Espaço Vivacidade vai-se realizar a inauguração de uma exposição sui generis.
A pintora, Ana Maria Oliveira, minha colega e amiga da Utopia, criou trabalhos únicos que nos fazem go down memory lane, como dizem os ingleses, recordar a nossa adolescência e infância, através de quadros, onde se encaixam pedacinhos de vivências passadas, retratadas com exemplares de crochet encaixados na paisagem, rendas, cores , patines, objectos de outrora, cenas extremamente harmónicas e atraentes.


Vi nascer algumas destas obras no atelier e nunca pensei que um espólio de rendas familares, legado de pessoas da várias gerações, que sempre as apreciaram e produziram ao serão,no inverno, em casa, pudesse transformar-se num trabalho tão original e rico.

Nota biográfica:
Ana Maria Oliveira nasceu no Porto, em 1954.
Frequenta desde 2005 o curso de Desenho e Pintura da Escola de Artes Plásticas Utopia, no Porto.
Frequentou o Workshop de Pintura ‘Pinta Percepções’, Estaleiro Cultural Velha-a-Branca / Escola Superior de Ciência da Universidade do Minho, em Braga, em 2008.
Em Julho de 2010 apresentou uma exposição Malhas da minha Vida, no Clube Literário do Porto.


A Inauguração da Exposição terá lugar no próximo dia 9 de Setembro, pelas 17h, no Vivacidade - Espaço Criativo na rua Alves Redol, 364-B, Porto. O professor de pintura e artista plástico Domingos Loureiro fará a apresentação das obras em exposição.
Esta sessão conta com a animação musical do cantor e músico Carlos Andrade.
A exposição “Viagem através da memória” estará patente de 6 de Setembro a 29 de Outubro.


“Nos céus da saudade, minha mente alada,

qual garça esvoaça em voo planado.

Eis que, em voo picado, veloz sobe e desce

para ir mergulhar num mar de memórias

que vai recriar de formas distintas

com pincéis e telas, com rendas e tintas”


Regina Gouveia

À pintora os desejos de grande sucesso e os meus Parabens.

Esta foto foi introduzida hoje, 10 /9, já depois da inauguração que correspondeu ao que se esperava.