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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Whitney Houston ( 1963-2012)
Parece que hoje em dia quase só se fala na perda de artistas, pintores, escritores, actores, pessoas que não queríamos que desaparecessem NUNCA.
Deixam-nos a consolação de que enquanto viveram contribuiram para que o mundo fosse mais belo, a sua criatividade e performances encantaram muitos de nós durante anos.Whitney Houston foi presença constante nas minhas aulas de Inglês, usei várias canções dela nas minhas aulas, fazendo vibrar os alunos que a ouviam atentamente. Tinha uma voz potente, uma presença física muito bonita e um sorriso encantador. Foi uma sucessora de Dionne Warwick, sua prima e Aretha Franklin, sua tia.. Criou um estilo que seria imitada por muitas outras cantoras de vozes volumosas como ela.
Não se sabe ainda como morreu, nem é importante. O que custa é constatar a perda de uma mulher de 48 anos com talento, família e futuro à sua frente.
Deixo aqui o vídeo duma das suas músicas mais queridas dos meus alunos:
Whitney, we'll always love YOU!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
No reino dos castanhos
Nestes dias pintei dois quadrinhos - do tipo decorativo como lhes chama o meu amigo Paulo - mas ficaram artísticos e gosto dos tons, para variar dos azuis. Fazem-me lembrar uns maples que havia na minha casa de criança, com tons parecidos em cretone, tipo inglês. Vi-as bem numa daquelas casas vitorianas do Yorkshire....:)). São puro abstracto.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Hoje estou nostálgica
Acabou o meu workshop " Brush up your English" e fico com a sensação de que seria capaz de continuar por muito mais tempo. Com alunas destas, motivadas, simpáticas e cheias de respeito pelas "professoras" ( a minha filha coadjuvou-me), vale a pena ensinar...
Levei horas a fabricar os materiais, não usei nada já pronto, a minha filha escreveu sete diálogos , todos eles perfeitamente plausíveis em situações correntes. Hoje ainda estivémos a ver e-mails e espero que me escrevam em inglês...:))
É espantoso como num espaço relativamente pequeno, onde estão expostos os meus quadros por coincidência, ( ou talvez não) me sinto na Escola.
Quem se lembrou desta iniciativa - a dinâmica Adelaide do Espaço Vivacidade ou pessoas suas amigas - teve uma bela inspiração. É bom aprender coisas na nossa idade....e aprende-se tanto como aluno como como professor. Adorei. E espero poder voltar a repetir a experiência, num grau mais elevado, ou a partir dos rudimentos. Tanto faz.
Ontem ao ir para o cinema, tirei uma fotografia a uma magnólia em flor, contrastando com um castanheiro ainda despido de folhas. A luz no céu estava muito especial, sol em dia de chuva....

Fica aqui, dedicada às minhas novas alunas, tão queridas e especiais: Polly, Meryl, Jessica; Sarah, Olivia ( nomes fictícios).I'll never forget YOU!
Levei horas a fabricar os materiais, não usei nada já pronto, a minha filha escreveu sete diálogos , todos eles perfeitamente plausíveis em situações correntes. Hoje ainda estivémos a ver e-mails e espero que me escrevam em inglês...:))
É espantoso como num espaço relativamente pequeno, onde estão expostos os meus quadros por coincidência, ( ou talvez não) me sinto na Escola.
Quem se lembrou desta iniciativa - a dinâmica Adelaide do Espaço Vivacidade ou pessoas suas amigas - teve uma bela inspiração. É bom aprender coisas na nossa idade....e aprende-se tanto como aluno como como professor. Adorei. E espero poder voltar a repetir a experiência, num grau mais elevado, ou a partir dos rudimentos. Tanto faz.
Ontem ao ir para o cinema, tirei uma fotografia a uma magnólia em flor, contrastando com um castanheiro ainda despido de folhas. A luz no céu estava muito especial, sol em dia de chuva....
Fica aqui, dedicada às minhas novas alunas, tão queridas e especiais: Polly, Meryl, Jessica; Sarah, Olivia ( nomes fictícios).I'll never forget YOU!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Voltei à escola

Quando me aposentei há dois anos, em Janeiro de 2008, senti um enorme alívio por não ter de voltar à escola, sair da rotina que me obrigava a levantar as 7 todos os dias, apanhar um autocarro e o metro, para estar as 8.30 na escola.
Sempre gostei de ensinar, não é disso que se trata. O problema residia no ambiente terrível que se vivia nessa altura, a pressão exercida sobre os docentes, como se deles tivesse vindo todo o mal ao mundo, o label de calaceiros que nos colavam, a obrigatoriedade das aulas de substituição - algo que nunca foi pensado em termos de pedagogia, mas tão somente para babysit os alunos indisciplinados e fartos de escola, as aulas de 90m, a invenção mais estapafúrdia que alguma vez saiu da 5 de Outubro, as actividades no Clube de Línguas - todo decorado pelos profs, muito cosy , com revistas, filmes, actividades, etc,- mas que acabava por ser desperdiçado pelos alunos revoltados por não poderem sair, enfim, uma panóplia de contra-sensos e de traumas, que o império da MLR veio trazer a um lugar onde os bons professores cumpriam até mais do que lhes era pedido.
Muitos projectos fiz com os alunos - entrevistas gravadas num Congresso da APPI a vinte profs estrangeiros que nos visitaram, estudo e expo sobre as instituições inglesas do Porto, que nos levaram a visitar e conhecer seis locais e histórias diferentes, passeio ao Gerês com os alunos mais novos, com piquenique na mata ( e uma cabeça partida duma aluna que foi alvejada por outro alunos com uma pedra (!)), jornal em inglês financiado por mim quase inteiramente, culinária na biblioteca ( as célebres bolachinhas inglesas, cujo cheiro chegava ao andar de baixo), tudo isso fez parte dum percurso de que me orgulho e que ainda hoje é recordado com enorme saudade pelas minhas ex-estagiárias de há 20 anos, quando as encontro fortuitamente.
Pensava não voltar a dar aulas....e sentia-me feliz. Os manuais escolares, que fiz durante vinte e cinco anos também estavam em standby devido à lei dos seis anos de vigência, com que discordo plenamente ( já viram o que é ler agora sobre o Bush ou sobre a Margaret Thatcher, os Pink Floyd ou Dire Straits??? Os alunos acham uma seca...e compreende-se, de modo que o professor tem de substituir essas actividades por outras todos os dias, deixando de lado o manual, que custou 20 euros.
A Vivacidade, esse espaço super dinâmico que ainda agora me surpreende convidou-me há um mês para fazer um workshop de Inglês para pessoas já aposentadas ou interessadas em viajar e esquecidas do que eventualmente
aprenderam há mais de quarenta anos.
Na altura pensei NÃO, não sou competente para isso, nunca dei aulas a adultos, já não sei ensinar beginners , já não tenho elan nem dinamismo para motivar as pessoas.
Mas acabei por aceitar o desafio.
O Workshop centra-se em comunicação oral e auditiva, posso usar a Internet, CDs e musica, o que quiser.
Levei horas a preparar a primeira aula, que se realizou na 2ªfeira, pedi à minha filha que fosse a minha co-piloto, devido à sua juventude e conhecimentos da língua e lá fui expectante para a Vivacidade.
Tudo correu maravilhosamente...as alunas são cinco estrelas, a motivação é enorme, o ambiente é relaxante, cada pessoa assume uma personalidade diferente - Jessica, Ashley, Susan, Polly, Sarah, etc. são os nomes escolhidos - eu serei a Ms Simpson e a minha fila Ms Simpson Jr. Começámos por um Jogo do Galo com palavras inglesas e acabámos com o visionamento do trailer de Spanglish, um filme muito interessante sobre a diferença de culturas.

As alunas gostaram, hoje continuamos. E eu cheguei à conclusão de que ADORO ENSINAR...seja o que for...desde que os alunos queiram aprender. Sinto-me FELIZ.
sábado, 24 de outubro de 2009
Atonement - Expiação



Falei-vos neste filme inglês extraordinário. Conta a história dum romance entre dois jovens de classes sociais diferentes, amor esse trucidado à nascença por uma adolescente de 13 anos, que, num dia de festa, mente descaradamente por ciumes, despoletando uma série de acontecimentos trágicos para o casal, que vai ter de expiar toda a vida. Interpretações magníficas, música arrebatadora. Um filme a ver, sobretudo quem gosta de histórias românticas inglesas e de filmes de guerra - à maneira antiga.
Vai aqui uma das mais belas melodias recorrentes no filme.
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