Desta feita optei pelas cores pálidas e pastel. O material é MDF, uma placa de madeira lisa, sem qualquer revestimento de tela. Usei impasto para criar a textura. O meu neto ajudou-me a achou graça a usar uma espátula com a massa - gel. As cores foram escolhidas propositadamente, laranja, azul pálido, azul escuro, verde claro e verde escuro. O efeito das cores misturadas é bonito e suave.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Art Nouveau ao som de Elgar
Há tempos fiz um quadro em tons de lilás e azul, que ficou muito especial. Tinha um misto de futurista e de gótico e o efeito com a moldura era lindo. Ofereci-o no Natal a uma pessoa que me é muito querida e ela, segundo me disse, pintou uma parte da parede da sala a combinar com o quadro, tal foi a alegria de o receber.
Hoje encontrei, por acaso, a fotografia do mesmo aqui nos arquivos e tive vontade de usar as mesmas cores num quadro diferente.
Usei impasto para dar a textura que desejava e ainda os tais vidrinhos minúsculos que dão à tela um efeito magnético.
Antes de ir para a fisioterapia, dediquei-me a lançar a tinta muito líquida sobre a tela, em cores muito enigmáticas e frias: branco, azul, violeta, que misturados criaram outros tantos tons maravilhosos.
Quando vim da fisioterapia, olhei para o quadro e gostei, mas precisava de mais branco, estava um pouco escuro demais, apliquei branco diluído e mais violeta. Deixei secar e só agora duas horas mais tarde o fotografei ainda sem verniz que dará o toque final.
Parece Art Nouveau, faz-me lembrar livros que havia em casa da minha Avó cujos inícios de capítulo eram decorados com ilustração muito rebuscada a negro.
Entretanto, pus-me a ouvir um concerto que adoro desde há muito: Concerto para violoncelo de Elgar, que já aqui mencionei a propósito de Jacqueline Du Pré, a violoncelista inglesa que morreu muito nova , mas deixou um legado imortal.
Ficam aqui os dois quadros e o concerto em questão:
Hoje encontrei, por acaso, a fotografia do mesmo aqui nos arquivos e tive vontade de usar as mesmas cores num quadro diferente.
Usei impasto para dar a textura que desejava e ainda os tais vidrinhos minúsculos que dão à tela um efeito magnético.
Antes de ir para a fisioterapia, dediquei-me a lançar a tinta muito líquida sobre a tela, em cores muito enigmáticas e frias: branco, azul, violeta, que misturados criaram outros tantos tons maravilhosos.
Quando vim da fisioterapia, olhei para o quadro e gostei, mas precisava de mais branco, estava um pouco escuro demais, apliquei branco diluído e mais violeta. Deixei secar e só agora duas horas mais tarde o fotografei ainda sem verniz que dará o toque final.
Parece Art Nouveau, faz-me lembrar livros que havia em casa da minha Avó cujos inícios de capítulo eram decorados com ilustração muito rebuscada a negro.
Entretanto, pus-me a ouvir um concerto que adoro desde há muito: Concerto para violoncelo de Elgar, que já aqui mencionei a propósito de Jacqueline Du Pré, a violoncelista inglesa que morreu muito nova , mas deixou um legado imortal.
Ficam aqui os dois quadros e o concerto em questão:
domingo, 2 de outubro de 2011
Domingo cultural
Estando sozinha, hoje, Domingo, resolvi ir ver a exposição de Armanda Passos, "Reservas", que abriu no passado dia 23.
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