Fi-lo hoje.
Diz-me qualquer coisa...sugere árvores, água, luar....
interpretado pelo eterno galã piroso, obrigadas a obedecer e a fazer tudo o que vai contra a sua vontade e dignidade só para conseguir ganhar a vida. Na realidade, aquele chulo "viola" as suas empregadas todos os dias, vive do que elas angariam, sendo tudo, aparentemente, legal e quase recomendável.
o canal "grande mestre do "crime mediático" em Portugal. É um canal perigoso, amoral, capaz do melhor e do pior. O programa Perdidos na Tribo é outro programa que me choca
e que me recuso a apoiar depois de ter visto uns dez minutos absolutamente "nojentos". Sei que as pessoas fazem tudo por dinheiro, mas não é curial bombardear adolescentes e mesmo velhos, muitas vezes sós em casa, com imagens aberrantes
de so called "famosos" com atitudes reprováveis em qualquer sociedade.


e são uma imagem quase gótica no meio dum paraíso. Fico-me a pensar como seriam elas no tempo em que os estudantes de botânica ali estudavam ou no tempo dos Andersen. Será que já existiam?


a pouco e pouco e confesso que ando entusiasmada. Encontrei amigas como a Clara Ferrand, que me escreveu, pessoas que admiro e que fizeram parte da minha juventude, família, curiosidades e sites especiais como ao Woophy Photo Club e o New Color Photo of the Day ou o Maravilhas da Nossa Gastronomia.
e comentários de todos os que lá foram. Hoje faz anos um dos "gigantes" da fotografia, o argentino Javier Martinez, vulgo Kambrosis, e posso enviar os parabéns com uma foto ou canção, apesar de estar a milhares de kms de distância.

, assim como tricots para os nossos filhos.
- que considero como família, uma prima, uma tia dos meus sobrinhos - cheia de alegria, criatividade, animada e amiga nas horas difíceis. Os lanchinhos ajantarados em sua casa eram uma alegria, contribuindo nós com alguma comida feita em casa - ainda me lembro de fazer croquetes com restos do cozido - acompanhados da algaraviada dos pequeninos que se juntavam lá todos, nove ao todo. A Clara entretinha-se a fazer bonecos - ofereceu dois aos meus filhos que anda estão guardados na minha casa anterior - com tecidos, plásticos, couros, rendas, crochets, sedas, lãs e fios
etc, que ela guardava em caixas e caixinhas, um verdadeiro tesouro para quem gosta de artesanato. Também fazia patchwork que eu admirava profundamente pois exigia muita paciência e faziam um efeito espectacular na parede.
. Sei que entretanto lhe encomendaram vários murais para a Universidade e edifícios de Coimbra.
. No Facebook também poderão encontrar mais pormenores sobre a artista.
assustadoras q.b., Mefistófeles com expressões maléficas e corninhos, um dos quais foi oferecido ao meu ex- pela minha Avó, esculturas de compositores clássicos trazidos religiosamente das suas viagens, recordações, postais e fotografias. Era um manancial dele, só dele. A secretária era uma delícia para o olhar, com lápis dos mais diversos tamanhos, muitos pequeninos, que ele aparava com uma faquinha especial, tinteiros e penas, com as quais escreveu alguns dos seus livros sobre História de Portugal, mata-borrões cor de rosa com pega de prata, facas de cortar papel, gavetas e gavetinhas, moedas, recortes dos jornais, etc. As lombadas dos livros eram muitas vezes feitas por ele e gravadas com tinta dourada. As fotografias a preto e branco eram pintadas a cores e as nossas carinhas levavam make-up que ele carinhosamente aplicava para que parecêssemos mais saudáveis:). Tinha também esculturas de crianças,
por todo o lado; uma com a pauta do-re-mi-fa-sol que nós adorávamos.
russo, gordinho, com os dedos ágeis dum jovem. Sempre adorei este concerto que se inicia com o suave batuque do tambor.
Não escreve mal, observa bem, cria personagens patuscas, revela algum sentido de humor...mas tudo espremido é uma croniqueta sem grande conteúdo, pintando uma sociedade mais que medíocre, onde não me revejo. É deprimente q.b. Como muitos livros de autores portugueses.
, cujo livro já tinha lido. Que diferença"! Personagens com profundidade, com densidade psicológica, com dramas interiores, apaixonantes. Foi um filme que me deixou marcas e que ainda hoje me impressiona por se debruçar sobre o problema da culpa e da responsabilidade em tempos de guerra, aqui durante o nazismo. A actriz , Kate Winslet é colossal, confrangedora na sua sinceridade quase pueril. Ralph Fiennes, sempre o mesmo perfil, belo e generoso. Em 2008 gostei muito do filme. Li o livro e adorei a história, ficção ou não, tem muito de verídico.